...

Vamos dar as mãos.
E viver nossa vida.
O futuro espera-nos,
Vamos dar as mãos,
E tornar nosso
sonho realidade
Sermos tudo o que nunca fomos.
Sentir toda a
magia que nos envolve,
Sentir toda a energia que nos prende.
Vamos dar as mãos
E vamos ficar assim,
Para sempre, eternamente!




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sábado, 24 de abril de 2010

DESCOBRINDO O BRASIL


Música: - Chegança - Antonio Nóbrega




Sou Pataxó,
Sou Xavante e Cariri,
Ianonami, sou Tupi
Guarani, Carajá sou.
Sou Pancararu,
Carijó, Tupinajé,
Potiguar, sou Caeté,
Ful-ni-o, Tupinambá.

Mas de repente ...
me acordei com uma Surpresa:
UMA Esquadra portuguesa
Veio nd praia atracar.
De nau-grande,
hum branco de barba Escura,
vestindo UMA Armadura
me apontou pra me Pegar.

Dobradura do Índio e do Barquinho
E assustado
dei hum Rede da Pulo,
pressenti uma fome, uma Sede,
eu pensei: "Vão me Acabar".
me levantei de borduna JÁ NA Mao.
Ai, sen no Coração,
Brasil vai comecar.



Brincadeira de vestir O ÍNDIO
"Quando Chegou o português
Debaixo Duma Bruta chuva
Vestiu o índio
Que Pena!
Fosse UMA Manhã de sol
O índio tinha despido
O português "
Este poema FOI Escrito Pelo modernista Osvaldo de Andrade.

1 -Contorno do Corpo
                       

2 -enfeitando o índio3 -vestindo o índio

Aprendendo AS PARTES DO CORPO HUMANO - CIÊNCIAS E APROVEITANDO PARA Aprender UM POUQUINHO DA LÍNGUA DO ÍNDIO
O tupi é importante para se entender a cultura brasileira. “O brasileiro já nasce falando tupi, mesmo sem saber. O português falado em Portugal diferencia-se do nosso principalmente por causa das expressões em tupi que incorporamos. Essa incorporação é tão profunda que nem nos damos conta dela. Mas é isso o que faz a nossa identidade nacional. Depois do português, o tupi é a segunda língua a nomear lugares no País”.



Os povos indígenas (tikunas) que localizam-se na região do Alto Rio Solimões no Estado do Amazonas, tivemos oportunidade de registrar a utilização de brincadeiras típicas como o arco e a flecha feitos com ripas e tala da palmeira de buriti, pião, lançamento de bolinha de barro sobre a ponta de um pau para o rio, peteca plástica, pinchas para "tecar" como bolinha de gude, dentre outras.



Em conjunto com as crianças Tikunas registramos vários tipos de brincadeiras similares as que conhecemos, estando aí provavelmente a sua origem. Vimos também outras brincadeiras que são totalmente localizadas, ou seja, próprias da cultura dos Tikuna.



As brincadeiras envolvem uma boa variedade de formações como colunas, fileiras, rodas, e ações como corridas, pega-pega e esconde-esconde, utilizando figuras de animais locais como o gavião e a onça além de figuras mitológicas como o curupira.



trajes Pará Contextualização Destes Indígenas Escolhi uma brincadeira Passará DE BOMBARÉ (SOL E LUA) n. OS Alunos com Brincar da 2 ª série B-EFI


O QUE AS CRIANÇAS PODEM APRENDER COM ESTA BRINCADEIRA?

Nesse jogo vê-se não somente o uso da força. Surge a questão do poder de decisão, que é colocado em evidência. É dada à criança a opção de escolha do partido ao qual quer pertencer. Além disso é também trabalhada a noção de equipe, de conjunto, pois é todo um partido fazendo força para puxar o outro partido.





SOL E LUA - üacü rü tawemüc’ü


Essa brincadeira também é conhecida em outras localidades com outros nomes como PASSARÁ DE BOMBARÉ.Crianças dispostas em coluna por um, segurando na cintura do que está à frente. Duas outras crianças, representando o SOL E A LUA, fazem uma "ponte", mantendo as mãos dadas acima. Cantando, as crianças passam sob a ponte várias vezes. Numa das vezes o Sol e a Lua prendem o último ou os dois últimos. Perguntam-lhe para que lado querem ir. A criança escolhe e vai colocar-se atrás do Sol ou da Lua. E assim continuam até terminar. Quando todas as crianças passam, têm-se dois partidos. A duplas mantém os braços dados, e todos mantêm-se segurando na cintura do colega da frente. Vão puxar-se, para ver que partido ganhará. Ganhará aquele grupo que conseguir "puxar" o outro. E puxam várias vezes, marcando ponto para quem consegue derrubar ou desarticular o outro partido.Nesse jogo vê-se não somente o uso da força. Surge a questão do poder de decisão, que é colocado em evidência. É dada à criança a opção de escolha do partido ao qual quer pertencer. Além disso é também trabalhada a noção de equipe, de conjunto, pois é todo um partido fazendo força para puxar o outro partido.

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