...

Vamos dar as mãos.
E viver nossa vida.
O futuro espera-nos,
Vamos dar as mãos,
E tornar nosso
sonho realidade
Sermos tudo o que nunca fomos.
Sentir toda a
magia que nos envolve,
Sentir toda a energia que nos prende.
Vamos dar as mãos
E vamos ficar assim,
Para sempre, eternamente!




quinta-feira, 1 de julho de 2010

FREVO E FESTA JUNINA NA EMEF MARILI DIAS

Disse QUE QUEM FREVO E So NO CARNAVAL?
VALORIZANDO A CULTURA Nordestina

Ritmo Da Junção da capoeira com o frevo fazer Nasceu o Passo, a dança do frevo.
O frevo, Mais ESTADOS nsa Comum de Pernambuco e Paraíba, se caracteriza Pelo Ritmo acelerado Pelos Passos e Lembram Que uma roda de capoeira.

E UMA dança de Multidão Onde possui UMA coreografia: se abaixando e se Levantando, pulando de hum par O Outro Lado, porém nao HÁ uma disciplina Seguir podendo o passista serviços Criativo.


Do verbo Ooh originou-se o vocábulo frevo. A dança do frevo, conhecida Como o Passo, nsa capoeiras Origem dez vinham Que a Frente das bandas dos blocos carnavalescos do Recife
O frevo contagiante e Uma Música e dança-LO e Mais Ainda nao ISSO, SE PoDE Negar, atuarem de O PARECER Fácil Dançar frevo, sabemos Que nao e Bem Prática nd Assim. A Bruninha DEU UM Seu show com "guarda-chuvinha". Eu cairia de Costas ... rsrsrs

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Festa, Cultura africana, futebol e muita alegria

Nenhum dia 11 de Junho OS Alunos da 2 ª Série B - EF I, fizeram uma simbólica Abertura da Copa do Mundo. caracterizados de Africanos, cantaram o Hino Nacional Brasileiro com OS Demais Alunos do EF I e dançaram AO som da música de ondulação Flag (Tema da Copa da África do Sul 2010)


Cantando O HINO NACIONAL
POSICIONANDO-SE PARA INICIAR A COREOGRAFIA




A CONTAGIOU ALEGRIA A Plateia!
FOI SÓ ALEGRIA!!

Alfabetizando com arte e poesia

Releitura do Poema "Quadrilha" de Carlos Drumont de Andrade
JOÃO AMAVA TERESA QUE AMAVA RAIMUNDO
QUE AMAVA MARIA QUE AMAVA QUE AMAVA JOAQUIM LILI
NINGUEM QUE NAO AMAVA.
JOÃO FOI PARA ESTADOS UNIDOS S, TERESA PARA O CONVENTO Convento,
Morreu RAIMUNDO DE DESASTRE, MARIA FICOU PARA TIA,
JOAQUIM SUICIDOU-SE CASOU E COM LILI J. Pinto Fernandes FERNANDES
QUE NAO TINHA ENTRADO NA HISTÓRIA.

"A poiesis e UMA FUNÇÃO lúdica ... Para ela estabele seriedade da Além, Naquele Plano Mais primitivo e originário uma Que pertencem à Criança, o animal, o selvagem EO Visionário, Na Região do sonho, do encantamento, do Êxtase, do riso. "(Johan Huizinga)
"Poiesis", Grega Palavra ", Produzir, Fazer," Significa CRIAR UMA Realidade Diferente da histórica e factual.

Bonecas DE PAPEL
Como bonecas Brinquedos de Papel São estimulam Que um Imaginação Criatividade EA, atraves das possíbilidades Amplas matérias oferecidas pelo. Como Crianças podem facilmente confeccionar Novas Roupas e Acessórios, Bem Como CRIAR SUAS Próprias bonecas.
Como atuam de bonecas Papel Sobre a Imaginação da Criança Como como ilustrações dos Livros, TODAS Dar estimulando-sem um de Respostas, cabendo à Criança completar uma CRIAÇÃO com Seu Próprio Imaginário.


Como Primeiras bonecas de Papel FORAM encontrados in Grandes Centros Como Viena, Berlim, Londres e Paris. Eram Figuras pintadas a mao e Trajes criados par o divertimento de Adultos Ricos. Alguns acreditam Que tenham Sido Feitos Por UMA costureira parágrafo Sorting Ordenação Formas reais, podem ter Sido Feitos OU Como sátiras Sócio-Políticas das Figuras Populares da Época. Em hum museu parisiense Encontra-SE UM Conjunto de Figuras Raras pintadas a mao, datadas do final dos Anos 1780. (Fonte http://pt.wikipedia.org/wiki/Boneca_de_papel)

O Fato de Brinquedo hum serviços Exige bi-dimensional uma Criança Que se utilizam da Imaginação Mais do Que Fazem o SO COM Brinquedos e tri-dimensionais Mais Detalhes realísticos, prontos Acessórios com, Que nao dependem da Criança da Criatividade.

TRAZER uma arte à Escola e à Educação. Talvez ESSA SEJA UMA grande chave n º CRIAR UMA substantivos com Educação e com Que possibilitar a Vida, CADA UM, LER verdadeiramente e com Sentido: Letras, Palavras, Imagens, Livros, mapas, Gestos, Olhares, Enfim ... O Mundo.


A PROPOSTA PARA A CRIAÇÃO (releitura do Poema) COMO FOI vestir bonecas COM BONECOS E DAS ROUPAS Típicas Festas Juninas A PARTIR DA REUTILIZAÇÃO DE Restos Coloridos DE Papéis Jornais E TAMBEM E REVISTAS Velhas.
Toda Ação Humana Consciente e Voluntária, Tende Que um Produzir Beleza OU Emoção Estética, arte e.


Os Meios de Expressão criadora: CRIAÇÃO Pelo Desenho, CRIAÇÃO Pela Palavra, música Pela CRIAÇÃO Pela Construção, CRIAÇÃO e Pelo Movimento, desenvolvem um Sensibilidade, a fluência, a Flexibilidade, a originalidade, a redefinição e reorganização, a Abstração, a Síntese, a Organização. ESSE Imenso campo de Desenvolvimento de CAPACIDADE e de Formação de Hábitos de Trabalho e de Vida é indispensável AO TODAS Aprendizado de como áreas do Programa escolar.






CONSIDERAÇÕES FINAIS


O ato de Ler pressupõe o Muito Mais Que uma habilidade de decodificar signos Lingüísticos. Implicações Conhecer, interpretar e decifrar Textos de forma Que o Leitor interaja com o Texto e produza Significados. Para isto, o Leitor Ativa UMA Série de Ações Mente SUA in (denominadas como Estratégias de Leitura) e, Por Meio Destas Ações, seu "Constrói" referencial de Mundo.

sábado, 22 de maio de 2010

PROJETO CONTE OUTRA VEZ...

REESCRITA E RELEITURA    /    CHAPEUZINHO VERMELHO

A reescrita textual é uma prática de grande importância no processo educacional, principalmente por ser uma atividade que proporciona o desenvolvimento e aprimoramento da capacidade de produção textual.
Nessa reescrita, as marcas da oralidade podem ser vistas no lugar de parágrafos, pontuações e entonações.



Embora as crianças não dominem os recursos que a Língua Portuguesa lhe oferece, elas escrevem de acordo com suas hipóteses, fazendo uso da oralidade, transpondo- a para a produção escrita.




As produções mostram que a proposta de reescrita para alfabetização de crianças funcionam.
Para se alfabetizar, não há necessidade de se estabelecer regras de fixação entre os sons e as letras, prontidão, percepção, maturidade ou coordenação motora, mas oferecer às crianças situações reais de aprendizagem, com alternativas e tomadas de decisão, para que elas saiam do estágio de linguagem oral para a aquisição prática da escrita.





A atividade de colagem e desenho da sequência das quatro cenas principais da história contribuiu bastante para o sucesso da Produção Textual
Dicas para as atividades de reescrita e produção textual


• Respeito e a liberdade às formas como a criança se expressa para atingir a norma padrão a fim de se comunicar com outras pessoas;


• Intervenções, devem ocorrer, sem interromper o processo criativo da criança, acreditando-se no potencial lingüístico da mesma;


• Caminhos de busca para ampliação do vocabulário de todas as crianças;


• Grande incentivo à liberdade de expressão, para que cada criança, dentro de suas possibilidades, construa sua própria visão de mundo;


• Limites são indispensáveis ao desenvolvimento, há por vezes a necessidade do seu estabelecimento. Eles se fazem necessários em função das estruturas individuais, pois acredito não bastar apenas oferecer às crianças oportunidades de aprendizado ou orientá-las nesse sentido, mas também, em várias ocasiões, mostra-lhes as interdições necessárias, pois essas significam apoio, ou o próprio substantivo da segurança para a criança;


• Colocação das crianças em situações reais de escrita, a fim de que, a partir de certas confrontações, possam se situar de forma mais realista na aplicação efetiva da aprendizagem escolar no seu cotidiano.


domingo, 9 de maio de 2010

HOMENAGEM DIA DAS MÃES


LETRA DA MÚSICA : MINHA MÃE - Grupo Balão Mágico
Hoje é um dia tão especial
Pra você
Que não dá pra esquecer
Em vez de comemorar eu queria te agradecer
Por tudo o que me fez
Você me viu nascer, crescer e andar
E a cada passo meu cuidava de mim
Me ensinou tudo o que eu sei
E muito mais
E agora é hora de dizer o que aprendi

Minha mãe
O que passou por mim ninguém vai passar
Minha mãe
Eu sei o que sofreu por mim sem reclamar
Você daria a vida por mim
Só pra me defender
Faria qualquer coisa por mim sem se arrepender
Esse é o dom de amar que Deus te deu

Minha mãe
Valeu pelo carinho e atenção
Minha mãe
Valeu do fundo do meu coração
Pra você o seu maior presente fui eu
Então saiba que pra mim nós somos iguais
Pois você é o melhor dos presentes que Deus me deu

Mãe eu te amo demais


Você me viu nascer, crescer e andar
E a cada passo meu cuidava de mim
Me ensinou tudo o que eu sei
E muito mais
E agora é hora de dizer o que aprendi

Minha mãe
O que passou por mim ninguém vai passar
Minha mãe
Eu sei o que sofreu por mim sem reclamar
Você daria a vida por mim
Só pra me defender
Faria qualquer coisa por mim sem se arrepender
Esse é o dom de amar que Deus te deu

Minha mãe
Valeu pelo carinho e atenção
Minha mãe
Valeu do fundo do meu coração
Pra você o seu maior presente fui eu
Então saiba que pra mim nós somos iguais
Pois você é o melhor dos presentes que Deus me deu

Mãe eu te amo demais
FOTOS DOS ALUNOS PREPARANDO A LEMBRANCINHA DAS MÃES E DO ENSAIO DO CORAL PARA HOMENAGEAR AS MÃES.

sábado, 24 de abril de 2010

DESCOBRINDO O BRASIL


Música: - Chegança - Antonio Nóbrega




Sou Pataxó,
Sou Xavante e Cariri,
Ianonami, sou Tupi
Guarani, Carajá sou.
Sou Pancararu,
Carijó, Tupinajé,
Potiguar, sou Caeté,
Ful-ni-o, Tupinambá.

Mas de repente ...
me acordei com uma Surpresa:
UMA Esquadra portuguesa
Veio nd praia atracar.
De nau-grande,
hum branco de barba Escura,
vestindo UMA Armadura
me apontou pra me Pegar.

Dobradura do Índio e do Barquinho
E assustado
dei hum Rede da Pulo,
pressenti uma fome, uma Sede,
eu pensei: "Vão me Acabar".
me levantei de borduna JÁ NA Mao.
Ai, sen no Coração,
Brasil vai comecar.



Brincadeira de vestir O ÍNDIO
"Quando Chegou o português
Debaixo Duma Bruta chuva
Vestiu o índio
Que Pena!
Fosse UMA Manhã de sol
O índio tinha despido
O português "
Este poema FOI Escrito Pelo modernista Osvaldo de Andrade.

1 -Contorno do Corpo
                       

2 -enfeitando o índio3 -vestindo o índio

Aprendendo AS PARTES DO CORPO HUMANO - CIÊNCIAS E APROVEITANDO PARA Aprender UM POUQUINHO DA LÍNGUA DO ÍNDIO
O tupi é importante para se entender a cultura brasileira. “O brasileiro já nasce falando tupi, mesmo sem saber. O português falado em Portugal diferencia-se do nosso principalmente por causa das expressões em tupi que incorporamos. Essa incorporação é tão profunda que nem nos damos conta dela. Mas é isso o que faz a nossa identidade nacional. Depois do português, o tupi é a segunda língua a nomear lugares no País”.



Os povos indígenas (tikunas) que localizam-se na região do Alto Rio Solimões no Estado do Amazonas, tivemos oportunidade de registrar a utilização de brincadeiras típicas como o arco e a flecha feitos com ripas e tala da palmeira de buriti, pião, lançamento de bolinha de barro sobre a ponta de um pau para o rio, peteca plástica, pinchas para "tecar" como bolinha de gude, dentre outras.



Em conjunto com as crianças Tikunas registramos vários tipos de brincadeiras similares as que conhecemos, estando aí provavelmente a sua origem. Vimos também outras brincadeiras que são totalmente localizadas, ou seja, próprias da cultura dos Tikuna.



As brincadeiras envolvem uma boa variedade de formações como colunas, fileiras, rodas, e ações como corridas, pega-pega e esconde-esconde, utilizando figuras de animais locais como o gavião e a onça além de figuras mitológicas como o curupira.



trajes Pará Contextualização Destes Indígenas Escolhi uma brincadeira Passará DE BOMBARÉ (SOL E LUA) n. OS Alunos com Brincar da 2 ª série B-EFI


O QUE AS CRIANÇAS PODEM APRENDER COM ESTA BRINCADEIRA?

Nesse jogo vê-se não somente o uso da força. Surge a questão do poder de decisão, que é colocado em evidência. É dada à criança a opção de escolha do partido ao qual quer pertencer. Além disso é também trabalhada a noção de equipe, de conjunto, pois é todo um partido fazendo força para puxar o outro partido.





SOL E LUA - üacü rü tawemüc’ü


Essa brincadeira também é conhecida em outras localidades com outros nomes como PASSARÁ DE BOMBARÉ.Crianças dispostas em coluna por um, segurando na cintura do que está à frente. Duas outras crianças, representando o SOL E A LUA, fazem uma "ponte", mantendo as mãos dadas acima. Cantando, as crianças passam sob a ponte várias vezes. Numa das vezes o Sol e a Lua prendem o último ou os dois últimos. Perguntam-lhe para que lado querem ir. A criança escolhe e vai colocar-se atrás do Sol ou da Lua. E assim continuam até terminar. Quando todas as crianças passam, têm-se dois partidos. A duplas mantém os braços dados, e todos mantêm-se segurando na cintura do colega da frente. Vão puxar-se, para ver que partido ganhará. Ganhará aquele grupo que conseguir "puxar" o outro. E puxam várias vezes, marcando ponto para quem consegue derrubar ou desarticular o outro partido.Nesse jogo vê-se não somente o uso da força. Surge a questão do poder de decisão, que é colocado em evidência. É dada à criança a opção de escolha do partido ao qual quer pertencer. Além disso é também trabalhada a noção de equipe, de conjunto, pois é todo um partido fazendo força para puxar o outro partido.

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